

Um evento neurológico inesperado — como um AVC ou um trauma — ou o diagnóstico de uma doença progressiva muda completamente a rotina do paciente e de quem o ama. A perda do equilíbrio, da força ou da capacidade de realizar tarefas simples gera frustração e medo do futuro.
Na ClinVita, nossa abordagem não foca na limitação, mas no incrível poder do cérebro de se readaptar (neuroplasticidade).Trabalhamos lado a lado com você para reconectar caminhos neurais, prevenir atrofias e devolver o máximo de independência possível para as atividades do dia a dia, com a paciência e a dignidade que essa jornada exige.
Através de repetições guiadas e desafios motores específicos, estimulamos o sistema nervoso a criar novas conexões, driblando as áreas lesionadas do cérebro.
O foco da terapia é prático. Treinamos o sentar, levantar, caminhar com segurança, segurar talheres e melhorar a postura, devolvendo o controle da própria rotina.
Atuamos fortemente para evitar encurtamentos musculares, deformidades articulares, dores crônicas e problemas respiratórios associados à falta de mobilidade.
A família é nossa maior parceira. Orientamos os cuidadores sobre como auxiliar nas transferências (da cama para a cadeira), adaptações na casa e exercícios diários de forma segura e sem sobrecarga.
O mais rápido possível, assim que houver liberação médica (geralmente nos primeiros dias). Os primeiros 6 meses após a lesão são a "janela de ouro" da neuroplasticidade, onde o cérebro tem a maior capacidade de reaprender os movimentos perdidos.
Com certeza. Para pacientes cadeirantes, o foco se volta para o fortalecimento do tronco, melhora da respiração, independência para transferências (da cadeira para a cama/carro) e prevenção rigorosa de escaras (feridas) e atrofias.
Sim. Na doença de Alzheimer, a fisioterapia atua para retardar a perda motora, manter a força muscular, treinar o equilíbrio para evitar quedas perigosas e promover qualidade de vida e interação social durante as sessões.